“Os empresários portugueses foram uns heróis: saíram do país e abriram o mercado”

Quando a crise encolheu o Estado e tornou tudo mais difícil, as empresas souberam ocupar o espaço, aumentaram as exportações e cresceram. É essa a visão de Carlos Álvares. À frente do Banco Popular desde julho, o banqueiro fala sobre as principais diferenças entre o mercado português e o espanhol e diz que Portugal está bem posicionado para crescer. O pior do país? A burocracia, a fiscalidade e a justiça Ler mais

“Nós temos como objetivo continuar a crescer à mesma taxa de 30%”

Tem lojas em 53 países, é líder do mercado de acessórios de moda em Portugal e mantém-se forte graças ao conceito de fast fashion – a renovação rápida e contínua dos artigos em loja. A Parfois nasceu no Porto e partiu para a internacionalização por acaso. Hoje, o seu dirigente, Sérgio Marques, escolhe com cuidado os sítios para a expansão. E mais do que encontrar novos destinos prefere consolidar aqueles onde já está.

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Veja aqui a entrevista a Filipe de Botton

“A Logoplaste está no top 10 das empresas de plástico rígido em termos mundiais”

É a terceira maior empresa transformadora de plástico rígido da Europa e está entre as dez maiores do mundo. A internacionalização foi a pedra angular para atingir a dimensão que tem hoje e o sucesso da sua expansão passou pela criação de um conceito diferente: o hole in wall, em que a Logoplaste instala as suas unidades dentro das fábricas dos seus parceiros para criar embalagens inovadoras e personalizadas Ler mais

“Queremos ver se crescemos, em média, no próximo decénio cerca de 10% ao ano”

Partiu de uma empresa de comercialização de aves, criada em 1875 pela família Santos, e tornou-se, como Grupo Valouro, o maior do setor agroalimentar do país e um dos grandes da Europa. A estratégia de crescimento passou pela integração vertical da produção – desde as rações à avicultura e comercialização de carnes – e pela internacionalização. No radar do seu CEO está a Rússia, Moçambique e Espanha

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“Somos a 1ª empresa mundial de azeite: movimentamos mais de 200 mil toneladas”

É dona do azeite Oliveira da Serra e do óleo Fula, entre outras marcas reconhecidas. Em 10 anos, a Sovena quadruplicou o seu volume de negócios, que este ano deverá atingir os 1400 milhões de euros. A internacionalização começou por Espanha, saltou para o Brasil e América do Sul, chegou aos EUA e já entrou na China. António Simões, CEO da Sovena, não para: quer novos clientes e novos mercados.

 

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“O intercâmbio comercial ibérico, hoje em dia, varia entre 25 e 28 mil milhões de euros”

Em pouco mais de década e meia os fluxos comerciais entre Portugal e Espanha mais do que sextuplicaram, em parte por intermédio da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola (CCILE). Para o presidente da CCILE, Enrique Santos, a estratégia a seguir é simples: Espanha é a extensão natural do mercado português e a aposta tem de ser no sentido de intensificar o comércio bilateral

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